v. 1 n. 9 (2022): O papel da Inovação no desenvolvimento socioeconômico

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Quando se pensa em inovação, talvez uma das primeiras ideias que envolvam esse conceito está ligada ao pioneirismo e às descobertas. Um breve recorte conceitual para fins didáticos pode ser o ponto de partida que vai muito além de algo inédito e imediatista. O processo de inovação pode ser algo rápido, ou dependendo de sua aplicabilidade levar anos. Trazemos ao leitor um exemplo disso quando apresentamos um artigo que relembra os 30 anos da instalação das primeiras turbinas eólicas na América Latina: uma em Olinda e outra em Fernando de Noronha.

Ainda no que se refere à transição energética, nossa rede de colaboradores nos brinda com outro artigo que aborda a biomassa como fonte de energia: lenha, cana de açúcar, esterco e resíduos sólidos orgânicos são produzidos em grande quantidade, mas ainda pouco aproveitados. Um desafio do tamanho da oportunidade e da necessidade de otimização de produção de energia tendo em vista a questão ambiental.

Esse aproveitamento pode passar também pelo acúmulo visando uso sustentável do recurso. A Europa está acumulando gás, por meio de redução de consumo, para lidar melhor com o inverno que se avizinha em meio às sanções russas de fornecimento de gás. Não basta produzir, é preciso armazenar. O papel das baterias no atual contexto dessa transição energética é tema de um dos artigos apresentados.
Como proposto anteriormente, o tema central lança discussão sobre Inovação e a questão energética é apenas um dos inúmeros aspectos a serem discutidos. Não dá para falar em Inovação sem discutir a transformação digital.

Profissionais pernambucanos inovaram ao aprimorar a tecnologia de geolocalização popularmente conhecida pela sigla GPS. A precisão da localização sem invadir privacidade, mapeando padrões de deslocamento, transformando isso em modelo de negócio para publicidade e, mais recentemente, na segurança do usuário é contada por meio de uma reportagem especial.

Em outra reportagem, nós mostramos como os programas de residência tecnológica têm ajudado a desenvolver  uma política pública inovadora que resulta em formação de capital humano especializado e como tem contribuído para a geração de empregos de qualidade. Esta é apenas uma das políticas públicas elaboradas pela Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti). Esse conjunto de ações é tema de artigo que traça um panorama da área nos últimos anos. Convidamos você, caro (a) leitor (a), a participar desse debate ao acessar o conteúdo da 9ª Edição da Revista Inovação e Desenvolvimento.

Publicado: 27.04.2023

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